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quinta-feira, 3 de março de 2016
E agora em que idioma escrevo? Português ou Inglês? Não é fácil escolher... Há demasiadas gavetas, organizadas por línguas e pronúncias diferentes. Existem gavetas cariocas, divertidas e soltas, sem preconceitos, sem malícia. Para pensar de forma objectiva, pragmática e analítica, saltam as gavetas fluentes e afirmativas do inglês, das planícies do Mid West americano. Já as gavetas do British sugerem charme e mundo. As reflexões filosóficas e as zangas são dominadas por português citadino e as comunicações diárias em cascalense. Adiciono à mistura referências do Porto e do Minho. Faz sentido? Não. É divertido e confuso, numa lógica interna que só o subconsciente percebe. E eu à mercê desta dança entre humores e falares e o interlocutor em espanto.
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